Forças Armadas - Parecer sobre as urnas brasileiras (2022)
As forças armadas vieram a público divulgar o resultado da perícia realizada nas urnas brasileiras, utilizadas nas eleições de 2022.
Obs: Perícia realizada após o término oficial do período eleitoral e de votação.
Relatório da auditoria:
De todas as urnas utilizadas nas últimas eleições em todo o Brasil (577 mil no total), 279 mil eram urnas de modelo antigo, da primeira geração. Verdadeiras sucatas. E estranhamente tinham o mesmo número de patrimônio (67.305.985). E não acaba aí. O vencedor em todas elas, curiosamente foi o loollaa. E em muitas destas latas velhas não foi computado nenhum voto sequer para Bolsonaro. Logo de cara, um indício evidente de irregularidade.
Já o restante das urnas, era do modelo mais novo, e nelas venceu Bolsonaro. Mas não se alegre...
As urnas antigas de tão antigas não podem ser auditadas, e as novas podem, mas mesmo assim não foram.
O software instalado nas urnas possui quase 17 milhões de linhas de código fonte. Impossível para que as Forças Armadas c/ um pequeno grupo, fizessem uma verificação precisa num curto espaço de tempo.
Não se sabe nem se o codigo que eles examinaram é o mesmo que foi utilizado nas urnas.
Mas ficou constatado c/ toda certeza que havia vulnerabilidades, inconsistências e brechas de segurança em exatamente TODAS as urnas examinadas (novas e velhas).
Em muitas urnas inclusive podia-se identificar os eleitores e seus votos, devido a uma falha no sistema (quebra de sigilo).
Durante o processo de votação, ao todo 3,3 mil urnas travaram, apresentaram defeito de hardware ou no software... E no fim precisaram ser substituídas. Mas algumas nem foram.
Essa urna é tão boa que só é usada no Brasil, Butão e Bangladesh.
No Japão a urna não é eletrônica, por falta de tecnologia confiável o suficiente. Mas o Brasil acha que é melhor que o Japão.
A urna foi feita pela Positivo Tecnologia. Sim, aquela mesma empresa que fabrica computadores tão ruins que parecem descartáveis.
O parecer final é que tanto as urnas novas como antigas, não passaram em pelo menos 1 dos quesitos obrigatórios, e a verdade é que desagradaram bastante. Ou seja, nem deveriam estar sendo usadas.
As urnas antigas foram as que apresentaram os erros mais gritantes e escancarados, e representam um montante de 48,35% do total de urnas.
A recomendação neste caso (acima de 40%) é a anulação imediata das eleições.
E não é golpismo, está na lei.
Dados disponíveis no próprio site do TSE.
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